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| Antígona perante a morte de Polinice |
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| Antígona Auxilia édipo |
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| Antígona perante a morte de Polinice |
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| Antígona Auxilia édipo |
Eu só iria liberar esse post depois da semana de boas vindas aos calouros, e nem acredito que esse ano estou na USP, é um sonho que permeava meus planos quando mais nova, contudo apenas em 2018 que comecei a me imaginar na universidade e a estudar para tal meta. Vou fazer esse post porque se até sobre FATEC eu registrei aqui, imagina sobre a USP!!
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| Sou eu com minha estante nova ao fundo |
2020 foi um ano péssimo, a pandemia me desestabilizou completamente, e até hoje não me acostumei com a rotina de fazer tudo de casa, sinto falta de andar por SP, principalmente agora que estou morando na capital do estado. Quando perdi o emprego, um ano atrás, foquei meus planos em passar na USP, estudei muito, principalmente humanas, me aprofundei na matéria o tanto que conseguia em meio as minhas crises de ansiedade e depressão.
Entrar na USP sempre foi meu sonho, mesmo inconsciente e só notei isso despois que passei e vou explicar ao longo desse post. Após terminar o ensino médio (todo em escola pública) em 2014, fiz um cursinho pré-vestibular, bem meia-boca, não foi nenhum desses famosos como Objetivo, Etapa, Poliedro etc. No entanto, foi nesse cursinho que comecei a aprender estudar, entender que terminei o ensino médio sem saber um terço do que deveria ter aprendido.
Desenvolvi um amor enorme por exatas, e aos poucos fui me entendendo, encontrando o que funcionava ou não para mim, o que melhorava meu desempenho ou me prejudicava., enfim o processo de você estudar para o vestibular também é um processo de autoconhecimento, sendo assim celebre cada momento de estudo, celebre cada pequeno detalhe que você vai aprendendo e lembre-se sempre que você é sua motivação, NÃO DEPENDA DA MOTIVAÇÃO EXTERNA, pois muitas vezes não temos um amparo de amigos, familiares ou do sistema como gostaríamos e como é necessário.
Tentado ver o que queria da minha vida, e só descobri aos 22 anos, quando estava cursando exatas em uma universidade pública, FATEC. Em síntese, não foi "apenas" o que aprendi e os exercícios que resolvi em 2020 que me ajudaram a entrar na Universidade, mas foi algo somado de 5 anos de aprendizado e estudos contínuos aliados a práticas saudáveis de estudos, leituras constantes, resumos eficientes, conhecimento da prova e como o conteúdo é cobrado e também tive um rotina de exercícios físicos e uma alimentação mais equilibrada na medida do possível.
Finalmente trago essa resenha, que posterguei uns bons dias dessa semana, li esse livro em uma sentada de tão fluida que a peça é, além disso têm 102 páginas, é um livro curtinho. Assim como Franz Kafka, são 100 páginas muito bem aproveitadas e cheias de significado. E se o leitor reparar...Toda a semana estou postando mais e mais resenhas, além disso quero trazer mais post sobre a cultura pop, como eu fazia à uns anos atrás.
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| Foto do instagram do blog |
É um drama em três atos, em que Ibsen questiona as convenções sociais do casamento. A tragédia retrata a hipocrisia e convencionalismos da sociedade do final do século XIX. Na época, mediante as tentativas de emancipação feminina, foi uma peça revolucionária, com grande repercussão entre feministas, a Europa inteira a discutiu. Houve, inclusive, censuras violentas lançadas contra a personagem principal, Nora. Com essa peça, os críticos acreditam que Ibsen abriu caminho para a tragédia, tendo o final inesperado para época.
Henrik Johaqn Ibse foi um dramaturgo norueguês, considerado um dos criadores do teatro realista moderno. Foi também poeta e diretor teatral, sendo considerado o “pai" do drama em prosa e um dos fundadores do modernismo no teatro. Entre seus maiores trabalhos destacam-se Brand; Um Inimigo do Povo; Imperador e Galileu, Casa de Bonecas entre outras obras.
Muitas de suas peças foram consideradas escandalosas, como Casa de Bonecas, na época em que foram lançadas, mediante o fato de o teatro europeu estar sujeito ao modelo determinado pela vida familiar e pela propriedade, o verniz dos bons costumes e falso moralismo. Os trabalhos de Ibsen analisavam a realidade contida por trás das convenções e costumes, o que trouxe muita inquietação para seus contemporâneos.
Com toda a certeza é uma história que vai fazer a leitora (principalmente as mulheres) se questionar sobre absolutamente tudo, mesmo que você conheça e entenda o sistema patriarcal em que viva, ainda irá perguntar-se quão verdadeiro são seus gosto, personalidade, a relação que tem com os homens do círculo social em que pertence, até mesmo o que sente em relação a você mesma e ao que te cerca. Apesar de ser um livro de fácil leitura e rápido, por conta da extrema fluidez da peça, é uma história que deixará um gosto um tanto amargo e fará o leitor reler algumas passagens ao finalizar a história.
Ademais, Nora é uma personagens que pare tão irreal no inicio da trama, contudo as coisas vão fazendo sentindo, e repentinamente a personagem se mostra altamente sóbria e concisa de que sua vida está errada e que, de certa forma, foi manipulada e sua personalidade "mutilada", uma personagem que adorei de mais ter conhecido, embora no início eu tenha torcido o nariz para a sua personalidade.
Destarte, é um livro para todos os tipos de leitores, não somente os caçadores e amantes de clássicos, e também é um excelente teatro, talvez seja até um bom começo para que ainda não se acostumou com esse estilo de texto.
Trago finalmente, hoje, a reseha do livro que me levou mese, me incomodou por estar tanto tempo ao lado da minha cabeceira, não é um livro fácil de ser lido, por haver tantas palavras cruas para citar a desolazção causada pelos colonizadores as americas, por tanta brutalidade e caos deixados pelos ditadores sul-americanos durante o século XX. Vamos agora embarca à uma resenha satisfatória de Canto geral de Pablo Neruda.
Canto geral foi elaborada em circunstâncias adversas, quando Neruda, perseguido, foi obrigado a transpor os Andes e refugiar-se no estrangeiro. Testemunha um grande amor ao Chile e ao seu povo e, por extensão, a todos os povos latinos-americanos, frequentes vítimas do despotismo, considerado um livro de combate e de ternura. Consiste em quinze seções, 231 poemas e mais de quinze mil versos, lançados em 1950.
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| Foto do instagram do blog |
Para ser sícera não sabia bem como começar essa resenha, tendo em vista os altos e baixos dessa leitura, e os diferentes impactos que esse livro me causou. Estou começando a ler escritores latinos americanos (além dos escritores brasileiros) e ao gênero poema/poesia, já que minha bookshelf estava muito defasada nesse sentido, você caro leitor pode pecerber que desde o ano passado venho me empenhando mais nesse gênero.
O livro trás uma crítica muito profunda a toda formação da america latina, ou seja, todo o processo de colonialismo, o escritor cita nomes importantes da resistência indígena contra os europeus, e também cita os principais massacres aos habitantes destas terras, e líderes responsáveis. Além disso tudo, as primeiras 200 páginas, também são dedicadas à exaltação da beleza da fauna e da flora de toda america latina, e lendas indígenas de cada região.
Para evidênciar esse fato, temos toda a segunda parte do livro, "Alturas de Macchu Picchu" o ato da valorização das mitologias pertencentes aos povos latinos, sempre citando a fauna e a flora, destacam a beleza e sua "antiguidade". Também há o uso da sexualidade para mitos, e crencas antigas, além de destacar a efemeridade da vida, tudo isso em uma história poetica com trechos voltado as questões sociais dos povos.
Ademais, o livro não é um memorial apenas ao passado colonialista, mas também a contemporaneidade do autor, então novamente há muitas críticas sociais as ditaduras, torturas durante essa época, a corrupção social e política, também refere-se a injustiças sofidas pelos amigos de Neruda, jornalistas, escritores e intelectuais no geral, os quais foram presos ou exilados, mas também à homenagens e exporessão de respeito e companherismo.
Canto geral é um livro mais profundo do que essa resenha possa expressar, tendo em vista que são um pouco mais de 600 páginas de uma ótica da história, seja de séculos passados ou do século XX, o eu lírico expressa sua opinião, deixa claro o quão repugnante foi muitas situações, e nos lembra que nas aulas de história são esquecidos de mencionar o quanto o povo desta terra sofreu e sofre.
Destarte, para fechar todo esse conjunto de poesisas, o final é voltado para Neruda e suas relações com o mundo e sensações, até mesmo há um momento de testamento, pode-se dizer que esta obra, nitidamente, é o que ele considerava A obra prima de sua vida, pois em cada verso vê-se o quanto o escritor dedicou-se como se fosse o último.
Sim, eu sei... Esse post era para ter sido postado a um mês atrás, mas como diz o ditado popular antes tarde do que nunca, afinal! Hoje tem sido um dia daqueles, estou morrendo de cólica e tentando ser produtiva, fiz o planejamento mensal, e tudo o que quero fazer nas próximas semanas, já terminei dois livros, e ainda pretendo ler um pouco mais antes de assistir um documentário, que muito provavelmente vou falar dele aqui no blog, sinto falta de falar da cultura pop e documentários em geral.
✨Os livros com resenha aqui no blog estarão lincados
Ranger- A ordem dos arqueiros (Volume dois); 224 páginas
O pequeno príncipe, Antoine de Saint; 96 páginas
Para querer bem, Manuel Bandeira; 80 páginas
Homem-aranha Feroz (edição encadernada); 136 páginas
Drácula Bram Stoker; 580 páginas
Hegel em 90 minutos, Paul Strathern, (Biografia); 37 páginas
Coletânea de poemas de Paulo Leminski, 212 páginas
Desde 2019 estou lendo mais poesia, desde nacionais como é nesse caso, até contemporâneas como Rupi Kaur, ano passado li Claro enigma para o vestibular, contudo não falei dele ainda aqui no blog, talvez eu releia para fazer uma resenha. Neste post vamos falar de um escritor brasileiro muito talentoso e que deveria ser mais 're-conhecido' pelo grande público, afinal suas obras tiveram maior repercussão durante o século XX.
Destarte, esse foi meu primeiro contato com o autor e já amei a escrita e a maneira de abordagem e a forma que é transmitida, inclusive temáticas cotidianas como "Por um lindésimo de segundo", ou um pouco mais filosóficas com "O mínimo do máximo".
"A nós, gente só foi dada
essa maldita capacidade,
transformar amor em nada."
A baixo deixo uma entrevista do autor, caso você queira assistir, para conhecê-lo ainda mais, e sua visão a respeito da literatura, contudo, não deixe de ler o livro e se aventurar por águas desconhecidas.
Essa semana estou tendo uma crise de identidade, estou achando tudo uma loucura: algumas coisas que estou passando, nada grave sabe? Mas coisas curiosas da vida, que é um circulo maluco e sempre estamos conectados de alguma forma. Esse momento de devaneio coincidiu com minha leitura da semana, que foi agridoce, bem melancólica e com algumas discussões filosóficas, afinal um livro do Jostein Gaarder não seria por menos.
Meu primeiro contato com essa história foi no ensino fundamental, sempre chegava aos 1/3 do livro e nunca seguia com a leitura, no entanto a oportunidade de relê-lo, de certa forma, apareceu quando minha irmã o adquiriu. E o gostinho da história, lembra muito Soul, o filme mais recente da Disney e Pixa.
Apesar da história ser interessante, a narrativa oscila entre o muito fluido, repetitivo e as vezes parece andando em círculos, dando tonturas com os rodeios filosóficos e crises existenciais, ora quando Jan Olav (pai do Georg) escreve a carta está prestes a morrer, o que é até certo ponto compreensivo, mas o irritante é quando alterna para o filho e ele continua com as mesmas "dores" filosóficos, embora seja um adolescente, Georg tem um olhar irritantemente minucioso e politicamente correto da vida. O momento do pai, por outro lado é outro, o qual ele tira diversas reflexões tristes sobre o viver e ser "retirado" a força desse plano no momento mais feliz de sua vida. Ou seja, o livro é duplamente angustiante.Ademais, o personagem mais profundo e interessante é Olav, não somente por sua forma questionadora e um pouco mística de ver a vida. mas a forma como foi construída também cativa o leitor. A garota da laranjas, personagem chave para toda a história, é misteriosa e ensina a Olav a ver os detalhes da vida. Agora, Georg é muito chato, é um adolescente, age como um e há cenas que não demonstra maturidade suficiente para a idade, ou talvez por ser jovem demais, ainda não tenha maturidade suficiente.
Um livro agridoce, portanto, ora doce, com as fantasias e delírios de um apaixonado em busca da garota das laranjas, ora azedo, com o amargor do fim da vida, isto é, o livro discorre sobre a efemeridade da vida, o quanto absolutamente tudo é líquido e inconstante, desde nossos contratos sociais até mesmo a vida em si. Considero como um livro profundo e muito, muito melancólico, o longo tempo que passamos vivendo em comparação com os longos anos do universo, a vida que passamos com quem amamos, em como a magia do viver está em coisas simples (sim, como em Soul), nos dando conta de que é lindo viver mesmo nas horas amargas.
Finalmente estou retornando com mais um post, infelizmente não conseguir postar com tanta frequência que eu queria, a segunda fase da FUVEST sugou minha alma e não tive mais tempo para absolutamente nada, e no fundo estou bem apreensiva e ansiosa com o resultado, espero ter passado! Ah, também estive reformando o quarto; bom daqui para frente espero conseguir postar com mais frequência, em cada post digo isso, eu sei.
O livro que vamos conversar hoje é um grande clássico da literatura gótica e da língua inglesa, espero conseguir exprimir tudo o que senti e tudo o que amei nessa resenha. É um romance de horror gótico lançado em 1897, escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, tendo como protagonista o vampiro Conde Drácula. Tornou-se a mais famosa história de vampiro da literatura.
A história é contada em formato epistolar, cujos narradores são protagonistas do romance, e, ocasionalmente, suplementadas com recortes de jornais referentes a eventos não diretamente testemunhados. Os eventos contados no romance ocorrem em ordem cronológica e em grande parte na Inglaterra e, no começo e fim do livro, na Transilvânia . Tudo ocorre dentro do mesmo ano, entre 3 de maio e 6 de novembro. Uma nota curta situa-se no capítulo final escrita sete anos após os eventos descritos na obra.
O romance começa com Jonathan Harker, um advogado inglês recém-formado, visitando o Conde Drácula nas montanhas dos Cárpatos, na fronteira entre a Transilvânia, Bucovina e Moldávia, para prestar apoio jurídico para uma transação imobiliária supervisionada pelo empregador de Harker. No primeiro momento o jovem advogado é atraído pelos bons modos de Drácula, no entanto Harker logo percebe que é prisioneiro ali e sua vida corre perigo.
Outros detalhes tornam o anfitrião uma personagem excêntrica, não somente pelo modo de vida e cultura "exótica", mas por circunstâncias totalmente anormais, como não ter reflexo no espelho, não é visto de dia e nunca mostra ter fome, ou ao menos comer junto com Harker. Muitos acontecimentos culminam para Harker se vê preso, sufocado e sofrer diferentes 'abusos' no castelo e entender, não somente ele, mas os demais personagem, o plano do conde, posteriormente.
Cada livro que escolho sempre é bem pensado, sempre são livros que estou com muita vontade de ler, certamente são aqueles que sei o quanto ...