Assisti essa obra pela primeira vez em dezembro de 2025, escrevi esse post durante uns dias e, finalmente, só nesse momento que consegui sentar e finalizá-lo. Enrolei demais para terminar esse texto, bem como para publicá-lo. Bom, vamos propriamente ao post de hoje...
5 de jul. de 2026
Frankenstein, filme de Guillermo Del toro
Assisti essa obra pela primeira vez em dezembro de 2025, escrevi esse post durante uns dias e, finalmente, só nesse momento que consegui sentar e finalizá-lo. Enrolei demais para terminar esse texto, bem como para publicá-lo. Bom, vamos propriamente ao post de hoje...
4 de fev. de 2026
Senhor dos anéis: O retorno do Rei | Realizei um sonho!
22 de jan. de 2026
Vampira humanista procura suicida voluntário
Acho curioso o quanto buscamos desesperadamente por conforto, por algo que nos traga a sensação de pertencimento e identidade. Eu, por exemplo, mesmo em meio ao caos estou separando um tempo para esse momento sagrado de ler e escrever por aqui, estou em uma fase de recuperação da minha saúde mental e tenho a necessidade de estar envolta de conforto/lugar seguro.
Enfim, entre os meus anseios e paixões, estava precisando de uma dose vampiresca, o que se traduz por conforto na minha perspectiva, ou seja, um bom filme com a temática de vampiros. Após assistir Salem's lot e não ter gostado em quase nada do longa, Vampira humanista procura suicida voluntário foi o que eu precisava.
Gosto de filmes de vampiros com uma trama envolvente e que trás a paixão, a contemplação, a arte, a sedução por algo/alguém, o dilema de ser imortal e o preço que se paga por isso. Ou seja, quando tratamos a temática "vampiros" temos muitas possibilidades temáticas e narrativas. No post de hoje vamos tratar desse filme extremamente encantador e que beira a contemplação e possui alguns takes longos e com toda sua fotografia sombria, mas não deixa de ser convidativa e reconfortante em alguns momentos.
8 de abr. de 2025
Amantes Eternos | Preciso de doses vampirescas
Essa semana assisti um filme que a muito tempo venho "namorando", dirigido por Jim Jarmusch, Amantes Eternos é um drama romântico com toques de fantasia e melancolia. O filme acompanha a história de Adam (Tom Hiddleston), um músico vampiro recluso e desiludido com os rumos da humanidade, que vive em Detroit. Ele é casado há séculos com Eve (Tilda Swinton), uma vampira sábia e serena que vive em Tânger. Quando percebe que Adam está mergulhando em depressão existencial, Eve viaja para vê-lo, temendo que algo aconteça com seu amado, seu vínculo profundo e sua paixão.
O longa mostra como o casal precisa lidar com os desafios modernos de viver como vampiros em um mundo caótico, incluindo a escassez de sangue puro (pelo que dá a entender, seria um sangue sem muitas contaminações) e a presença incômoda da impulsiva irmã de Eve, Ava (Mia Wasikowska). Com uma estética sombria, trilha sonora docemente hipnótica e uma atmosfera contemplativa, o filme explora temas como amor, arte, imortalidade e a decadência cultural do mundo contemporâneo. A sabedoria de ambos, a forma como veem o mundo denunciam seus anos de vivência e tempo que tiveram para contemplar a existência.
Ao longo do filme fiquei com uma vontade tremenda de conhecer Tânger, toda a estética, os detalhes que compõem desde figurino, trilha e a própria interpretação dos atores torna tudo muito perfeito. Simplesmente amei cada minuto.
A cada filme sobre vampiros, bem construído e que conversa de forma extraordinária com a literatura, me deixa sedenta por doses diárias de histórias vampirescas.
Amantes Eternos é mais do que uma história de vampiros, é uma elegia à arte, ao amor e ao tempo que consome tudo. Em sua cadência lenta e hipnótica, o filme nos convida a contemplar a fragilidade da cultura em um mundo que se esquece da arte, da literatura e das ciências, e a imortalidade como um fardo daqueles que assistem à lenta decomposição do que um dia foi sublime. Adam e Eve, amantes milenares, caminham por ruínas e bibliotecas, agarrando-se à música, à poesia e ao toque do outro como relíquias sagradas. Em um universo que se move rápido demais para sentir, Only Lovers Left Alive é um sussurro eterno dizendo que o amor e a arte ainda importam e possuem seu lugar, mesmo que seja apenas para aqueles que se recusam a esquecer.
22 de fev. de 2025
Tenet | A maior decepção cinematográfica para mim!
Esse ano também estou querendo trazer muito mais post sobre os filmes que assisto, então precisava hablar sobre Tenet, dirigido por um dos meus diretores e roteirista favoritos, porém foi extremamente decepcionante e vou explicar o porquê.
Também sou fã do Nolan, então não venha se dar ao trabalho de escrever nos comentários que não entendi o longa, principalmente se for um comentário misógino. Eu achei simplesmente o enredo simples demais, e em vários momentos quer se complicar sem necessidade!
Trata-se de um filme de ação e ficção científica lançado em 2020, escrito e dirigido por Christopher Nolan. Estrelado por John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Dimple Kapadia, Michael Caine e Kenneth Branagh, o longa acompanha uma missão complexa para impedir a eclosão da Terceira Guerra Mundial.
Munido apenas de uma palavra, Tenet, o protagonista embarca em uma missão para salvar o mundo, mergulhando no obscuro universo da espionagem internacional. À medida que a operação se desenrola, ele descobre que está lidando não com uma viagem no tempo, mas com um conceito ainda mais intrigante: a inversão do fluxo temporal através da entropia.
Fiquei bem frustrada, porquê esperava algo extremamente grandioso, filosófico e arrebatador. O enredo achei bem simples, além de não ser algo difícil de se entender, principalmente quando você já está mega acostumado com ficção cientifica e leituras muito mais complexas, como até os grandes clássicos e livros premiados.
Os efeitos especiais são incríveis, insanos mesmo!! Os diálogos achei um pouco fracos em diversos momentos e falas meio obvias e outras até desnecessárias. Vários detalhes também são fáceis de pegar, detalhes do ziper da bolsa de determinado personagem, trilha sonora ao contrário quando está em inversão, detalhes dos cenários e atuações, fotografia e afins. Há muita coisa incrível, porém tive a sensação de que o filme quis se complicar demais para se pagar de cult.
16 de fev. de 2025
Nosferatu (1922) | Quando NÃO gosto de um clássico!
Por conta da nova versão de Nosferatu que está no cinema, decidi assistir finalmente a versão de 1922 na integra. Caso você, caro leitor, não conheça muito bem, em 1922 o cinema era mudo, as atuações eram um pouco mais "exageradas", assim como as caracterizações, pois isso servia de marcadores para o espectador.
Esse filme é um marco, além disso, é faz parte da subcultura gótica. O roteiro é uma adaptação do clássico romance Drácula, de Bram Stoker (Tem resenha aqui no blog). No entanto, devido à ausência de autorização por parte dos herdeiros do autor para uma adaptação direta, os nomes de personagens e locais foram modificados, preservando, ainda assim, a essência da narrativa original.
É um clássico do cinema que, cometendo muitos anacronismos, eu chego à conclusão de não ter gostado muito do filme em si, porém acredito que também há muita coisa no subtexto e referências da época que eu não peguei. Acho incrível sim como a história foi condensada e como tudo foi transformado em uma narrativa "fabular" e mais fácil de ser assimilada, recontada e penetrar no imaginário.
3 de jan. de 2025
Blade Runner - O caçador de androides | Encontrei um lugar de conforto!
Uma das coisas que sempre me impressionou desde criança, quando foi a primeira vez que assisti com meu pai, foi a estética. Simplesmente o ambiente, a estrutura dos prédios, os carros, equipamentos, figurino e a predominância do retrô, mesmo se tratando de algo futurístico.
O underground das cidades é levado ao extremo durante todo o cenário e construção do longa, com o exagero nítido em cores e intensidade, que contrastam entre classes sociais, comerciais e aspectos urbanos. O neon, o brilho dos lasers, as roupas extravagantes e algumas até bem espalhafatosas, uma mistura da famosa arte noir com o futurismo... Tudo isso são características marcantes dos exageros dos anos 1980, o que particularmente gosto bastante, além do consumo desenfreado sendo entrelaçado à forma de vida. Não é atoa que esse mundo distópico pertence aos grande conglomerados empresariais tecnológicos.
Tudo é bem marcante e distinto. A marca sombria, melancólica e filosófica dão ainda mais intensidade a narrativa. O capitalismo em sua forma mais selvagem e bruta com ruas lotadas de lixo, gente de diferentes origens tentando sobreviver, comércios, vendinhas de ruas, desigualdade social no talo, e uma cidade pulsando vida e acontecimentos em meio ao caos e disputas de poder de diferentes espécies.
E onde encontrei conforto nesse filme? você pode perguntar... Encontrei em sua narrativa que busca por vida, pelo sentido dela e do desespero por ver e sentir mais. Poder sentir e viver! Encontro conforto na sua poesia, em sua loucura e sanidade. É como se o ato de reassistir a um filme de ficção científica que tanto gosto me trouxesse uma sensação não só de familiaridade, mas como se por um momento essa obra me abraçasse e tirasse sombras da minha própria melancolia e realidade naquele instante.
18 de jun. de 2022
A ilha do medo e a repressão do consciente
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| O que você acha pior? Viver como um monstro ou morrer como um bom homem? |
Finalmente retornamos a falar de filmes aqui no Exploradora!! O cinema é parte fundamental e indispensável não somente para o entretenimento, mas também para criticarmos e analisarmos o meio em que vivemos, principalmente a realidade em que construímos e acreditamos. A ilha do medo (2010) dirigido por Martin Scorsese, nos faz questionar a realidade, pequenos sinais de que tudo o que está à volta do protagonista é questionável, inclusive seus próprios pensamentos.
O filme conta a história do agente federal Edward "Teddy" Daniels (Leonardo DiCaprio), que está investigando uma unidade psiquiátrica em Shutter Island depois que um dos pacientes desaparece. Juntamente com seu parceiro Chuck Aule (Mark Alan Ruffalo) se depara com uma investigação misteriosa e cheia de lacunas, que a primeira vista parece jogar o protagonista em um caminho circular.
Esse não é um mero filme de investigação ao estilo Holmes, mas sim um enredo muito bem escrito e que mexe tremendamente com o psicológico, não só do protagonista, mas sim do espectador. Um filme que prende a atenção do início ao fim, cheio de contemplação e com muito recurso visual que integra a perspectiva de Teddy.
É um filme que não entrega o que esta acontecendo logo de cara, portanto, há momentos lúdicos, outros extremamente poéticos, a fotografia está maravilhosa e completa (certamente) com maestria a narrativa. Além disso, os efeitos especiais mais "drásticos" são usados para contrastar a mente do protagonista com a realidade em sua volta, também há tons e cores que nos mostram essa dicotomia de mente e realidade. Amei cada minuto assistido e é perfeito para conhecer a direção do Scorsese! Agora me conte leitor, o que você achou desse filme quando assistiu?
25 de mai. de 2018
Han Solo: Uma história Star wars [Sem spoilers]
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| imagem de divulgação |
Estreia: 24 de maio de 2018 (Brasil)
Diretor: Ron Howard
Música composta por: John Powell, John Williams
Roteiro: Jonathan Kasdan, Lawrence Kasdan
Duração: 2h15min.
O jovem Han Solo encontrá aventura quando se juntar a uma gangue de contrabandistas galácticos, incluindo um Wookie de 196 anos chamado Chewbacca. Endividado pelo gângster Dryden Vos, a equipe planeja um plano ousado para viajar ao planeta minerador Kessel para roubar um lote do valioso coaxial. Na necessidade de uma nave rápida, Solo encontrá Lando Calrissian, o dono da nave perfeita para a missão perigosa - a Millennium Falcon.
Antes de mais nada, esse filme não é para o fã conservador, esse filme é para quem está por dentro do universo expandido de Star Wars, para quem acompanhou a série animada Rebels, pois irá entender o aparecimento de um personagem específico, e também estará mais familiarizado com o ritmo inicial do longa, e terá algumas referências. Mas, isso não significa que a pesssoa que nunca assistiu s.w não vá se divertir, pois irá e muito.
Ao decorrer do filme vemos situações que vão transformando o jovem Solo no que conhecemos em Uma nova esperança, seja devido a um diálogo com Beckett, seu "mentor", ou com outros personagens que cruzam o caminho do protagonista, situações que vão impactando-o de alguma forma.
Pelo ritmo ser frenético, cenas que deveriam ter um pouco mais de tempo em tela, devido a carga dramática, não tem! sendo assim, não passam o drama que deveriam, até mesmo algumas nuances passam um pouco despercebidas se o espectador não for atento.
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| Qi'ra (Emilia Clarke) e Han Solo (Alden Ehrenreich) [Via: Entertainment] |
Quer conhecer mais sobre a história do contrabandista mais conhecido da galáxia? sobre o percurso de Kessel, como Han conheceu Chewie e muita referência? então assista à esse filme. Todavia, se você é do tipo que só gosta dos filmes originais, e considera apenas os filmes e não se importa com o universo expandido, então esse filme não é para você.
Se você assim como eu, gostou de Beckett, prepare-se para o lançamento de uma Hq volume único pela Marvel, que será escrita por Gerry Duggan, contará as rixas de Enfys Nest contra o personagem e um pouco sobre sua origem.
18 de mai. de 2018
Oblivion
No ano de 2077, Jack Harper (Tom Cruise) trabalha como reparador de segurança em uma Terra deixada vazia e devastada após uma guerra com alienígenas. Jack tem duas semanas antes de sua missão terminar e ele se junta a seus companheiros sobreviventes em uma colônia distante.
Uma invasão alienígena, que ocorreu a dezenas de anos atrás destruíra a Lua, o que desencadeou uma devastação em boa parte do planeta, e resultou na morte de centenas de pessoas, os humanos remanescentes ganharam a guerra, mas perderam o planeta.
O conceito de realidade desmorona após uma série de coisas inexplicáveis que perturbam a mente de Jack, como sonhos com uma Nova York de 70 anos atrás, são memórias talvez? coisa que não deveria ocorrer, já que sua memória foi apagada para realizar sua missão. Somado a isso, temos "aliens" destruindo as sondas de patrulha e comportamentos estranhos do próprio protagonista.
Aquela velha história de que o planeta está contaminado, desolado e precisa ser deixado, ou que o protagonista não tem memórias, além as da missão, é um dos pontos que remeterá a diferentes obras de FC, visto que Oblivion tem elementos que estão muito vigentes nos longas, e que também já foram bem explorados no livros de ficção científica, então algumas partes da trama fica fácil de deduzir, e o que não falta são referencias à cultura pop.
O longa é detentor de lindas imagens do planeta em ruínas, contrastes muito lindos entre floresta, deserto e gelo. Não tem o que reclamar da fotografia, com um cenário futurista pós invasão alienígena e avançada tecnologia, algumas não são muito estranhas e distante, outras totalmente insanas. Assim também como a trilha sonora, que é totalmente imersiva, maravilhosa, ligando o espectador com os personagens e a história.
É tão difícil falar de Oblivion sem dar Spoilers enormes e estragar sua experiência,
por isso uma resenha um tanto vaga, então caso esteja interessado(a) assista ao trailer abaixo, já está disponível na Netflix.
Classificação no Rotten Tomatoes
6 de mai. de 2018
Revolt
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| [Via: Adoro cinema] |
Revolt é um filme de ficção científica, dirigido por Joe Miale. Foi escrito por Miale e Rowan Athale. É estrelado por Lee Pace (BO, o soldado com amnésia) e Bérénice Marlohe (Nadia) nos papéis principais. Estreou dia 17 de Novembro de 2017.
Um soldado das Forças Especiais Americanas que serve no Quênia sofre amnésia depois de ser deixado inconsciente durante uma batalha com máquinas alienígenas bípedes. Posteriormente, ele acorda em uma cela ao lado da cela de Nadia, uma médica francesa que lhe diz que eles foram feitos prisioneiros por uma gangue de bandidos.
Revolt começa em meio ao caos da guerra no meio do continente Africano, que já era assolado por disputas politicas e ideológicas, agora tem uma invasão alienígena para lutar também. O protagonista é um exímio soldado das Forças especiais americanas, que se encontra no meio de tudo isso, sem se lembrar absolutamente nada do seu passado, ou de sua última missão, muito menos do nome.
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| [Via: Adoro cinema] |
Ademais, muitos eventos não são explicados, são apenas jogados, o roteiro se perde mais ainda no meio do filme; tem um acontecimento em particular que me chamou atenção pela sua proporção [Não vou dar spoiler], mas é algo que pela lógica, não teria sobrado absolutamente nada, nem mesmo a paisagem, muito menos as pessoas. É um somatório de coisas em que o torna massante, um cliché sem desenvolvimento com cenas repetidas.
Apesar do longa ter uma proposta interessante de ficção científica militar, e ter bons nomes para os papeis principais, não trás nenhuma novidade, apenas mistura conceitos diversos da ficção, já bem conhecidos e explorados, tanto no cinema quanto nos livros, faz uma salada temperada com romance instantâneo. Por não ter um bom desenvolvimento e lógica torna o filme um boring, para quem gosta de ficção científica vai se sentir em um constante Deja vu, mas caso esteja interessando(a) está disponível na Netflix.
Veja a classificação no Rotten Tomatoes
1 de mai. de 2018
Vingadores: Guerra infinita [Sem Spoiler]
Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.
Estávamos esperando por esse filme ha muito tempo, e finalmente ele saiu. Foram 10 anos, 18 filmes, e finalmente Thanos (um dos melhores vilões da Marvel) chega sem cerimonias, mostrando do que é capaz, ele tem um objetivo e fará o que for preciso para alcança-lo. Logo nos primeiros 20 minutos já nos deparamos com emoções fortes e cenas sombrias, vemos o quão poderoso é o vilão.
Guerra infinita é o tipo de filme que não se deve ser visto isoladamente, mas sim olhar para o MCU para entender o que está acontecendo em tela, e esperar pela continuação, visto que seu final obviamente é em aberto e precisa-se encontrar uma solução para tudo o que aconteceu e respostas para duvidas deixadas no ar.
Tudo nesse filme é espetacular, os personagens, já conhecido e outros que são introduzidos no filme, como Ordem negra, que faz estrago, mas tem pouco diálogo, e alguns nomes não são sitados, eles apenas estão lá fazendo o que deve fazer. Thanos é o personagem que está em todos os lugares, tem mais tempo de tela (como era de se esperar), ele é o personagem principal do filme, entendemos suas motivações, perdas e criamos um certo carisma por ele.
O alivio cômico, que ao decorrer do filme vai diminuindo, fica a cargo dos personagens que já tem essas características, como Guardiões da galáxia, Homem-aranha, uma cena cômica com a capa do doutor estranho. O potencial de alguns personagens é explorado, poderes que não tinham sido revelados nos filmes anteriores são mostrados; os romances já conhecidos, são bem equilibrados e maravilhosos, como Wanda (feiticeira escarlate) e Visão.
Há momentos do filme que parece que os heróis vão triunfar e tudo vai ficar bem, como a batalha em Titan, há momentos em que é para se perder a esperança, há momentos de rir (efeito causado pelos Guardiões). As cenas em Wakanda são ótimas, a batalha é incrível e as cenas de alívio cômico é de maneira dosada, na medida do que se esperava para cada personagem. Thor, por exemplo, está surpreendente, divino como um deus do trovão deveria.
O final é desolador, destruidor de corações, pesado, é como qualquer fã já esperava, talvez com um fim mais de desesperança e arrasador do que esperávamos. A cena pós créditos, muitos gostaram; no meu ponto de vista (baseado nos meus gostos e experiências) foi fraco, decepcionante, esperava algo há mais, todavia fiquei empolgada com a confirmação do personagem que aparecerá no próximo filme.
Se você já assistiu diga o que achou do filme.
30 de mar. de 2018
Resenha: The Terminator, de James Cameron, Randall Frakes e W.H wisher
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| [Imagem via: Culture north ] |
O livro
Mais mortal que qualquer outro ser vivo! O ano e 1984… mas ele vem do Ano da Escuridão, 2029. Ele foi criado para transformar o futuro destruindo o presente. Não sente piedade, dor, medo. Nao sente nada. Ele é uma maquina mortífera programada para matar e impossível de ser parada. O Exterminador do Futuro! Um ciborgue de aparência humana, indestrutível, e enviado de 2029 para 1984 para assassinar uma garçonete, cujo filho ainda não nascido vai liderar a humanidade em uma guerra contra as maquinas, enquanto um soldado dessa mesma guerra e enviado para protege-la a todo custo.
O EXTERMINADOR DO FUTURO, foi lançado em 1984, e hoje um clássico da ficção cientifica, coescrito e dirigido por James Cameron , estrelando Arnold Schwarzenegger, Linda Hamilton e Michael Biehn.
"Quantas vezes já as ouvira? Mil, talvez? Em quantas vozes? E enquanto esbarrava nos feridos e se virava para fugir, as palavras surgiam sempre acompanhadas de outros sons atrás de você, sons que se aproximavam para matar." - página 24
Exterminador do futuro não é segredo para ninguém, pois todas as cenas de tirar o fôlego do filme estão no livro com excelentes detalhes, a diferença, fator que torna o livro excelente, é que conhecemos os pensamentos dos personagens, sentimentos, angustia, cansaço.
Podemos ver a perspectiva de Resse, o cara boa pinta que vem do futuro, é interessante a visão dele a respeito da época, considerando as pessoas fúteis, mesquinhas, barulhentas e sem preocupações nenhuma, preocupações pequenas, ínfimas perante um soldado da resistência. Pessoas nas ruas sorrindo, desperdiçando água e comida, um mundo surreal, diferente ao qual Resse não está acostumado, é como se fosse um paraíso utopico.
"Reese não conseguia nem começar a entender o ritmo da vida urbana pré-guerra; ele estava acostumado a uma escala de intensidade completamente diferente. Passear à vontade à luz do dia não era uma maneira de se continuar vivo no mundo dele."- página 37
Sarah é uma moça de 20 anos, como qualquer um de nós, desajeitada, que tenta equilibrar a faculdade, trabalho e vida social. Resmungona, que pensa no presente, em como vai se manter no dia seguinte. Ela não pensa em matar robôs e dar ao filho um treinamento militar para salvar a humanidade. Imagine a decepção do soldado, que deve protege-la e ajuda-la a manter a sanidade. Não é a Sarah que ele queria/esperava.
"Desde que vira Sarah na rua, pela primeira vez Reese estava dividido entre admiração e desgosto. " -página 143
Autores: James Cameron, Randall Frakes e W.H wisher
Ano de publicação: 2015
Tradução: Dalton Caldas
Número de páginas: 200 (Na versão E-book)
Editora: Dark Side
Ler/baixar: Lê livros (PDF)
Pontos positivos: Sarah, T-800 e mais detalhes sobre cada um
Pontos negativos: Em algumas partes leitura lenta
Considerações finais
Adorei demais o filme, quando assisti na minha infância, então gostei bastante do livro, visto que todos os acontecimentos do filme, do mesmo jeitinho, está no livro, apenas com mais detalhes. Não tem muito o que falar, a leitura flui bastante, sendo assim é altamente recomendado, apesar de ter alguns capítulos um pouco mais lentos.
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| Cena do filme, [via:Tumblr] |
Ufa! a Skynet ainda não tomou o controle.
20 de fev. de 2018
As máquinas do tempo da ficção científica


14 de fev. de 2018
Interstellar

| Direção | Christopher Nolan |
Produção | Emma Thomas Christopher Nolan Lynda Obst |
| Roteiro | Jonathan Nolan Christopher Nolan |
| Gênero | Ficção Científica Drama |
| Música | Hans Zimmer |
| Direção de arte | Nathan Crowley |
| Direção de fotografia | Hoyte van Hoytema |
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A contribuição de Marie Curie para a ciência lhe valeu dois prêmios Nobel. Sua pesquisa em radioatividade colocou-a entre as mais...
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Finalmente consegui terminar esse livro! Fazia um bom tempinho que estava com ele na minha pilha de leituras e livros de cabeceira, inclusiv...
Leia esse post!
RECEBIDOS DE NOVEMBRO| livraria UNESP
Cada livro que escolho sempre é bem pensado, sempre são livros que estou com muita vontade de ler, certamente são aqueles que sei o quanto ...

























