18 de mar. de 2021
Mulheres, autoras de grandes clássicos | Parte #1
9 de mar. de 2021
Leituras de Janeiro
Sim, eu sei... Esse post era para ter sido postado a um mês atrás, mas como diz o ditado popular antes tarde do que nunca, afinal! Hoje tem sido um dia daqueles, estou morrendo de cólica e tentando ser produtiva, fiz o planejamento mensal, e tudo o que quero fazer nas próximas semanas, já terminei dois livros, e ainda pretendo ler um pouco mais antes de assistir um documentário, que muito provavelmente vou falar dele aqui no blog, sinto falta de falar da cultura pop e documentários em geral.
✨Os livros com resenha aqui no blog estarão lincados
Ranger- A ordem dos arqueiros (Volume dois); 224 páginas
O pequeno príncipe, Antoine de Saint; 96 páginas
Para querer bem, Manuel Bandeira; 80 páginas
Homem-aranha Feroz (edição encadernada); 136 páginas
Drácula Bram Stoker; 580 páginas
Hegel em 90 minutos, Paul Strathern, (Biografia); 37 páginas
Coletânea de poemas de Paulo Leminski, 212 páginas
5 de mar. de 2021
Coletânea de Paulo Leminski
Desde 2019 estou lendo mais poesia, desde nacionais como é nesse caso, até contemporâneas como Rupi Kaur, ano passado li Claro enigma para o vestibular, contudo não falei dele ainda aqui no blog, talvez eu releia para fazer uma resenha. Neste post vamos falar de um escritor brasileiro muito talentoso e que deveria ser mais 're-conhecido' pelo grande público, afinal suas obras tiveram maior repercussão durante o século XX.
Destarte, esse foi meu primeiro contato com o autor e já amei a escrita e a maneira de abordagem e a forma que é transmitida, inclusive temáticas cotidianas como "Por um lindésimo de segundo", ou um pouco mais filosóficas com "O mínimo do máximo".
"A nós, gente só foi dada
essa maldita capacidade,
transformar amor em nada."
A baixo deixo uma entrevista do autor, caso você queira assistir, para conhecê-lo ainda mais, e sua visão a respeito da literatura, contudo, não deixe de ler o livro e se aventurar por águas desconhecidas.
3 de mar. de 2021
A garota das laranjas, Jostein Gaarder
Essa semana estou tendo uma crise de identidade, estou achando tudo uma loucura: algumas coisas que estou passando, nada grave sabe? Mas coisas curiosas da vida, que é um circulo maluco e sempre estamos conectados de alguma forma. Esse momento de devaneio coincidiu com minha leitura da semana, que foi agridoce, bem melancólica e com algumas discussões filosóficas, afinal um livro do Jostein Gaarder não seria por menos.
A história que o pai conta é do tempo em que ainda era um jovem estudante de medicina: a sua busca por uma moça desconhecida, que ele vê por acaso nas ruas de Oslo, sempre carregando um saco cheio de laranjas. Apaixonado, o rapaz persegue os diversos mistérios que cercam os seus encontros fugidios com a garota das laranjas, numa aventura que culmina numa grande revelação. Alternando entre a voz de Georg e a do pai, Jostein Gaarder constrói uma narrativa pontuada com perguntas filosóficas, que tratam de temas como o amor, a morte e a grandeza do universo.
Meu primeiro contato com essa história foi no ensino fundamental, sempre chegava aos 1/3 do livro e nunca seguia com a leitura, no entanto a oportunidade de relê-lo, de certa forma, apareceu quando minha irmã o adquiriu. E o gostinho da história, lembra muito Soul, o filme mais recente da Disney e Pixa.
Apesar da história ser interessante, a narrativa oscila entre o muito fluido, repetitivo e as vezes parece andando em círculos, dando tonturas com os rodeios filosóficos e crises existenciais, ora quando Jan Olav (pai do Georg) escreve a carta está prestes a morrer, o que é até certo ponto compreensivo, mas o irritante é quando alterna para o filho e ele continua com as mesmas "dores" filosóficos, embora seja um adolescente, Georg tem um olhar irritantemente minucioso e politicamente correto da vida. O momento do pai, por outro lado é outro, o qual ele tira diversas reflexões tristes sobre o viver e ser "retirado" a força desse plano no momento mais feliz de sua vida. Ou seja, o livro é duplamente angustiante.Ademais, o personagem mais profundo e interessante é Olav, não somente por sua forma questionadora e um pouco mística de ver a vida. mas a forma como foi construída também cativa o leitor. A garota da laranjas, personagem chave para toda a história, é misteriosa e ensina a Olav a ver os detalhes da vida. Agora, Georg é muito chato, é um adolescente, age como um e há cenas que não demonstra maturidade suficiente para a idade, ou talvez por ser jovem demais, ainda não tenha maturidade suficiente.
Um livro agridoce, portanto, ora doce, com as fantasias e delírios de um apaixonado em busca da garota das laranjas, ora azedo, com o amargor do fim da vida, isto é, o livro discorre sobre a efemeridade da vida, o quanto absolutamente tudo é líquido e inconstante, desde nossos contratos sociais até mesmo a vida em si. Considero como um livro profundo e muito, muito melancólico, o longo tempo que passamos vivendo em comparação com os longos anos do universo, a vida que passamos com quem amamos, em como a magia do viver está em coisas simples (sim, como em Soul), nos dando conta de que é lindo viver mesmo nas horas amargas.
26 de fev. de 2021
Dracula, Bram Stoker
Finalmente estou retornando com mais um post, infelizmente não conseguir postar com tanta frequência que eu queria, a segunda fase da FUVEST sugou minha alma e não tive mais tempo para absolutamente nada, e no fundo estou bem apreensiva e ansiosa com o resultado, espero ter passado! Ah, também estive reformando o quarto; bom daqui para frente espero conseguir postar com mais frequência, em cada post digo isso, eu sei.
O livro que vamos conversar hoje é um grande clássico da literatura gótica e da língua inglesa, espero conseguir exprimir tudo o que senti e tudo o que amei nessa resenha. É um romance de horror gótico lançado em 1897, escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, tendo como protagonista o vampiro Conde Drácula. Tornou-se a mais famosa história de vampiro da literatura.
A história é contada em formato epistolar, cujos narradores são protagonistas do romance, e, ocasionalmente, suplementadas com recortes de jornais referentes a eventos não diretamente testemunhados. Os eventos contados no romance ocorrem em ordem cronológica e em grande parte na Inglaterra e, no começo e fim do livro, na Transilvânia . Tudo ocorre dentro do mesmo ano, entre 3 de maio e 6 de novembro. Uma nota curta situa-se no capítulo final escrita sete anos após os eventos descritos na obra.
O romance começa com Jonathan Harker, um advogado inglês recém-formado, visitando o Conde Drácula nas montanhas dos Cárpatos, na fronteira entre a Transilvânia, Bucovina e Moldávia, para prestar apoio jurídico para uma transação imobiliária supervisionada pelo empregador de Harker. No primeiro momento o jovem advogado é atraído pelos bons modos de Drácula, no entanto Harker logo percebe que é prisioneiro ali e sua vida corre perigo.
Outros detalhes tornam o anfitrião uma personagem excêntrica, não somente pelo modo de vida e cultura "exótica", mas por circunstâncias totalmente anormais, como não ter reflexo no espelho, não é visto de dia e nunca mostra ter fome, ou ao menos comer junto com Harker. Muitos acontecimentos culminam para Harker se vê preso, sufocado e sofrer diferentes 'abusos' no castelo e entender, não somente ele, mas os demais personagem, o plano do conde, posteriormente.
9 de jan. de 2021
Rangers Ordem dos arqueiros - Pontes em chamas (livro dois), John Flanagan
Sendo sincera, não sei como começar essa resenha sem dizer que comecei o ano muito, muito bem! Uma leitura certeira para quem quiser relaxar um pouco e se aventurar em um mundo medieval fantástico, com momentos de coragem, outros de medo, amizade e lutar pelos amigos.
A escrita de John Flanagan continua fluida, os personagens são um pouco mais desenvolvidos, principalmente aqueles que ficaram um tanto apagados no primeiro volume Como Gilan, que se mostra um excelente arqueiro, afinal foi treinado por um dos melhores; embora um dos personagens mais interessantes do enredo, Halt, tenha sido colocado um pouco de lado, o autor nos mostra como Will age sem a supervisão do mestre, no qual demonstra grande responsabilidade, senso de justiça e auto sacrifício pelo reino.
Todavia, mesmo gostando e recomendando de mais, saliento a todos que é um INFANTO JUVENIL, a trama foi um tanto previsível, salvo na luta com o Boss final, o que me deixou bem desgostosa, tendo em vista que desde o primeiro volume se faz tanto alarde pelo vilão principal, dizendo o quão poderoso O senhor da chuva e da noite é, ele me pareceu como uma caricatura de Kylo ren (analogia), só que beeeem mais fraquinho. O autor trás um texto simples, sem floreios e direto, contudo há momentos de repetição de fatos, ou retomada de explicações de ações dos personagens no mesmo capítulo, o que me incomodou um pouco, em contrapartida o "tom" que conta a história lembra LEVEMENTE o jeito que TOLKIEN fez em O Hobbit, a maneira que o narrador conversar com o leitor, envolvendo-nos ainda mais na leitura.
18 de dez. de 2020
Estrelas perdidas, Claudia Gray
Nem acreditei quando havia notado que não tinha feito a resenha desse livro, e olha que ele foi um dos primeiros lidos nesse ano turbulento de 2020. Tanta coisa aconteceu desde 1° de janeiro que fui deixando de lado as resenhas, algo que me chateada profundamente. Enfim, como disse no post anterior, toda semana terá post novo aqui no blog.
Ciena Ree e Thane Kyrell se conheceram na infância e cresceram com o mesmo sonho: pilotar as naves do Império, cujo poder sobre a galáxia aumentava a cada dia. Durante a adolescência, sua amizade aos poucos se transforma em algo mais, porém suas diferenças políticas afastam seus caminhos: Thane se junta à Aliança Rebelde e Ciena permanece leal ao imperador. Agora em lados opostos da guerra, será que eles vão conseguir ficar juntos?
Através dos pontos de vista de Ciena e Thane, você acompanhará os principais acontecimentos desde o surgimento da Rebelião até a queda do Império - como as Batalhas de Yavin, Hoth e Endor - de um jeito absolutamente original e envolvente. O livro relata, ainda, eventos inéditos que se passam depois do episódio VI, O retorno de Jedi, e traz pistas sobre o episódio VII, O despertar da Força!
"Era assim que o mal ganhava mais espaço: criava raízes nos jovens e crescia junto com eles. Cada geração elevava o abuso a outro nível. Estamos ensinando crianças a aprovar a escravidão. Estamos ensinando a elas que crueldade é uma virtude". -Páginas 177
13 de dez. de 2020
O último olimpiano (Parcy Jackson e os olimpianos), Rick Riordan
Finalmente estou postando novamente, quando penso que vou conseguir postar toda semana, vem a vida e diz "não". Enfim, estou mega feliz em estar fazendo essa resenha, que aproposito o blog terá uma enxurrada de post esse mês. Aos dois leitores que me acompanha...confia que vai ter hehehe
30 de out. de 2020
Quincas Borba, Machado de Assis
"Ao vencido, ódio ou compaixão, ao vencedor, as batatas"
23 de out. de 2020
Assassinato no campo de golfe, Agatha Christie
Esse é o quarto livro da autora que leio, apesar de ter achado uma ou outra coisa um tanto anticlimax, gostei bastante do enredo e os rumos que a investigação se deu. Só um adendo antes de irmos à resenha propriamente, não gosto de histórias policiais, Agatha Christie é uma exceção. Assassinato no campo de Golfe foi publicado em 1923.
Uma carta de um desconhecido leva Poirot e seu amigo e ajudante, o capitão Hastings, à França. Eles não vão a passeio. Trata-se de um pedido de socorro. Os dois procuram respostas para intrigantes perguntas: Qual seria a relação entre dois assassinatos cometidos com um intervalo de mais de 20 anos?; qual a relação entre a esposa de um misterioso milionário e sua amante, moradora numa vila vizinha?; o que ligava uma linda corista e um horrível caso de chantagem?; e, por fim, qual a relação entre um fio de cabelo, uma espátula ensanguentada, um pedaço de cano de chumbo, pegadas meio apagadas e um cadáver encontrado num campo de golfe?
Algum tempo depois, o detetive Hercule Poirot recebe uma carta da França, com um pedido de ajuda: o Sr. Renauld teme que sua vida esteja ameaçada, e sem deixar claro os detalhes da situação, pede a Poirot que se encontrem, para que este investigue a questão. Poirot e seu amigo Arthur Hastings partem imediatamente para Merlinville-sur-mer, no litoral francês. Mas quando chegam é tarde, e agora tem um assassinato para resolver.
A história é narrada pelo amigo de Hercule Poriot, capitão Hastings, que está acompanhando o detetive neste caso, e ele é um pouco lento para pensar, além de deixar suas emoções influenciarem no caso, isso afeta a visualização dos fatos pelo leitor menos atento. Sendo assim a recomendação para essa leitura é: seja atento!
Enredo cativante, escrita fluida e imersiva, gosto de salientar que as provas do crime estão ao decorrer da história, nos cabe juntar e decifra, o que vai de cada leitor, junto com Poriot. Sendo um dos pontos altos da autora. O que foi muito decepcionante, com toda a certeza foi o rival de Poriot, que não está a altura de ser um pária, ele é "bruto" e arrogante de mais, apesar de tentar seguir uma linha lógica de investigação, não se faz muito presente, bem como deixa passar muita coisa, subestima qualquer possível prova ou dedução alheia, e não se mostrou como alguém que realmente veio para competir com o detetive belga.
Destarte, o desfecho foi interessante e um pouco inesperado para mim, estava indo para um linha de raciocínio bem diferente, embora meus suspeitos e parte do que deduzi se confirmou. Enfim, esse foi um ótimo livro para começar a TBR de Halloween, e com uma atmosfera misteriosa que serviu para me preparar para um livro sensacional que estou lendo, Drácula. Fique ligado ao blog, em breve terá mais resenhas de clássicos.
18 de out. de 2020
A batalha do labirinto (Parcy jackson e os olimpianos), Rick Riordan
Eu quase me esqueci de escrever esse resenha, li o livro a dias, mas não tem como esquece-lo. Estou tão perdida nos meus afazeres que deixei o blog de lado, mas não o canal ou instagram literário. Por isso acho importante você me seguir por lá também, posto sobre a cultura pop, como fazia aqui, e muito sobre livros, e você me acompanha em tempo real!
Acho que esse é o meu preferido da série, vamos ver o último, se vou gostar tanto quanto, vou lê-lo ainda esse mês, já que está na minha TBR de Halloween e estou mega empolgada. Vou ter que me equilibrar entre estudos, leituras obrigatórias e leituras que quero fazer, além da vida pessoa e "trabalho".
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Pela primeira vez trago uma tag para o blog, que a Dora do Toca da lebre, me convidou à responder. A Tag compõem-se em escrever 11 fat...
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Essa foi mais uma leitura terminada nesse mês de março, a qual me fez bem no geral! O livro possui, em muitos poemas, uma metalinguagem sobr...
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RECEBIDOS DE NOVEMBRO| livraria UNESP
Cada livro que escolho sempre é bem pensado, sempre são livros que estou com muita vontade de ler, certamente são aqueles que sei o quanto ...























