28 de jun. de 2018

Resenha: O lado mais sombrio, de A. G. Howard

[Imagem via: Estante da nina ]
Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e animais. Por enquanto ela consegue esconder as alucinações, mas já conhece o seu destino: terminará num sanatório como sua mãe. A insanidade faz parte da família desde que a sua tataravó, Alice Liddell, falava a Lewis Carroll sobre os seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever o clássico Alice no País das Maravilhas. Mas talvez ela não seja louca. E talvez as histórias de Carroll não sejam tão fantasiosas quanto possam parecer. 

26 de jun. de 2018

Book tag: Eu nunca


Eu estou viciada em tags!!! pronto falei.. adorei essa tag que vi no  My secret Books e fiquei com imensa vontade de responder também. ☙Livros com resenhas disponíveis no blog estaram lincados.♡

24 de jun. de 2018

Resenha: Fahrenheit 451, de Ray Bradbury


Fahrenheit 451 é um romance distópico do escritor norte-americano Ray Bradbury, publicado em 1953. É considerado um de seus melhores trabalhos. O romance apresenta uma futura sociedade americana onde os livros são proibidos e os "bombeiros" queimam qualquer um que seja encontrado.

15 de jun. de 2018

Resenha: Arquivo X: Ponto de impacto, de Kevin J. Anderson



Depois que um famoso pesquisador de armamentos nucleares é encontrado morto, incinerado por um forte clarão radioativo em seu próprio laboratório, Mulder e Scully vão à Califórnia para investigar. Na realidade encontram burocracia, má vontade e o medo dos funcionários, que não querem falar dos documentos secretos.

12 de jun. de 2018

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente, de Agatha Christie




Nada menos que um telegrama aguarda Hercule Poirot na recepção do hotel em que se hospedaria, na Turquia, requisitando seu retorno imediato à Londres. O detetive belga, então, embarca às pressas no Expresso do Oriente, inesperadamente lotado para aquela época do ano.

10 de jun. de 2018

Book Tag: "No outono é sempre igual"

[Imagem via: Emberiség]

 Adoro o outono, adoro o friozinho, é muito convidativo para uma caneca de chocolate quente e a boas leituras, sendo assim não poderia deixar de trazer essa tag criada pela Melina Souza, que vi no Livre lendo. Sinta-se livre para responder e deixar o link nos comentários.


9 de jun. de 2018

Resenha: Trono de vidro, de Sarah J. Maas

E se Cinderela fosse uma assassina, que ao invés de dançar com o príncipe fosse contratada para mata-lo? Essa foi a inspiração de Maas. Não se preoculpe, não é uma "releitura" do conto de fadas.
  Celaena Sardothien, é uma assassina, não qualquer assassina, ela é a mais temida de toda a Erilea, e tem apenas 18 anos. Depois de ser presa por um ano nas minas de sal de Endovier, ela aceita a oferta do principe Dorian para competir com outros assassinos e ladrões por uma chance de servir como o campeã  do rei, depois de quatro anos  ela teria sua tão sonhada liberdade e seu nome limpo. Com o tempo, Celaena é atraída para uma conspiração e uma série de batalhas, levando a descobertas que cercam tanto o reino quanto a si mesma.

1 de jun. de 2018

Minhas aquisições Literárias do mês| #2 Tema: Clássicos da literatura


Apesar de não ser novidade para você, caro leitor do blog, sou extremamente apaixonada por Livros.
Esse ano estou me dedicando bastante à aquisição de livros, e obviamente lendo-os, sendo assim, esse mês o tema é Clássicos da Literatura, mas muitos desses livros são pouco conhecidos, e alguns é mais conhecidos no meio acadêmico.

30 de mai. de 2018

Mercury 13 | "você não pode porque é mulher"


Membros do Mercury 13. Elas foram testadas para ver se as mulheres poderiam se tornar astronautas. Da esquerda: Gene Nora Jessen, Wally Funk, Jerry Cobb, Jerri Truhill, Sarah Rutley, Myrtle Cagle e Bernice Steadman. [Via: New week]

Mercury 13 mostra um outro lado ainda mais denso do preconceito contra a mulher na NASA dos anos 60. O documentário nos apresenta 13 mulheres que foram desprezadas  no teste para decidir quais astronautas iriam ao espaço, é mulher? está fora de cogitação.


Os testes mostravam que essas mulheres eram tão habilidosas quanto os homens— algumas até se saíram melhor nas provas –, mas todas elas são mulheres e por isso foram desclassificadas do processo seletivo.

Aos longo do documentário é torneado o papel da mulher na sociedade, na aviação tanto militar durante a segunda guerra mundial, onde as mulheres tinham instrução em todas as aeronaves, mas não podiam combater, quanto civil, que tiveram um pouco mais de liberdade. 

Contando a história de 13 dessas aviadoras civis, que passaram pelos mesmo testes que os astronautas da NASA. Quando a agência espacial descobriu, no entanto, que o empresário Lovelace pretendia continuar testando e treinando as mulheres da Mercury 13 em Pensacola, Flórida, o programa foi encerrado. Seguiu-se com uma audiência no Congresso, mas as mulheres nunca chegaram ao espaço - ou às fileiras da NASA.

Por que ao invés de ter sido Buzz Aldrin não poderia ter sido uma mulher, ou um homem negro?  há uma critica muito forte à sociedade americana da década de 1960,  que era misogena, preconceituosa e totalmente conservadora, isso se evidencia por além de serem apenas homens testados, eram todos brancos, da mesma religião e muitos dos que foram testados eram até do mesmo estado americano. 


É incível como o documentário explora os teste realizados nas canditadas da Mercury 13,  como o impedimento da mulher ir ao espaço afetou a sociedade mundial, e o que acarretaria ao mundo se na Apollo 11 fosse 3 mulheres, ou pelo menos uma mulher a pisar na Lua, e como um ato egoísta pode prejudicar uma sociedade inteira.

Ademais, Mercury 13 serve de  alerta para a nossa sociedade atual, visto que em muitos lugares do mundo e do Brasil ainda existe um preconceito com as mulheres e suas áreas de atuação, o questionamento de se a mulher é capaz de ser racional. Por que a capacidade da mulher é sempre mais questionada do que a do homem? 

Destarte, com entrevistas incríveis, imagens históricas e várias curiosidades sobre a corrida espacial e porque em muitos aspectos a URSS estava à frente dos Estados Unidos, compõem um documentário memorável, que nos faz criticar a sociedade da época e também a atual, e a posição da mulher. Foi tão longo caminho de 1960 até 1983 onde a primeira mulher americana, Sally Ride, pode ir ao espaço como tripulante no ônibus espacial Challenger.  Claro que recomendo muitissímo esse documentário para você meu(minha) caro(a) leitor(a), independente da sua idade e ideologia, assista! 

Curiosidades sobre a mulher no espaço 

As primeiras mulheres a irem para o espaço foram as soviéticas Valentina Tereshkova em 1963 e Svetlana Savitskaya (1982). 
A primeira mulher americana a tripular uma missão foi Sally Ride, formada em Física e Inglês pela Universidade de Stanford, Ride foi uma das 8 mil mulheres que responderam a um anúncio da NASA, para selecionar o primeiro grupo de astronautas femininas do programa espacial norte-americano em 1978, contudo só iriam ao espaço em 1983. 
A primeira mulher negra a ir ao espaço foi a médica Mae Jemison em 1992.
Elleen Collins foi a primeira mulher a ser piloto de um ônibus espacial em 1995 da nave Discovery, missão STS-63, e fez uma acoplagem em órbita com a estação russa Mir. E em julho de 1999 tornou-se a primeira mulher a comandar um ônibus espacial, subindo ao espaço a bordo do ônibus espacial Columbia.


25 de mai. de 2018

Han Solo: Uma história Star wars [Sem spoilers]

imagem de divulgação

Estreia: 24 de maio de 2018 (Brasil)
Diretor: Ron Howard
Música composta por: John Powell, John Williams
Roteiro: Jonathan Kasdan, Lawrence Kasdan
Duração: 2h15min.

O jovem Han Solo encontrá aventura quando se juntar a uma gangue de contrabandistas galácticos, incluindo um Wookie de 196 anos chamado Chewbacca. Endividado pelo gângster Dryden Vos, a equipe planeja um plano ousado para viajar ao planeta minerador Kessel para roubar um lote do valioso coaxial. Na necessidade de uma nave rápida, Solo encontrá Lando Calrissian, o dono da nave perfeita para a missão perigosa - a Millennium Falcon.

Antes de mais nada, esse filme não é para o fã conservador, esse filme é para quem está por dentro do universo expandido de Star Wars, para quem acompanhou a série animada Rebels, pois irá entender o aparecimento de um personagem específico, e também estará mais familiarizado com o ritmo inicial do longa, e terá algumas referências. Mas, isso não significa que a pesssoa que nunca assistiu s.w não vá se divertir, pois irá e muito. 

Ao decorrer do filme vemos situações que vão transformando o jovem Solo no que conhecemos em Uma nova esperança, seja devido a um diálogo com Beckett, seu "mentor", ou com outros personagens que cruzam o caminho do protagonista, situações que vão impactando-o de alguma forma.

O filme já começa com um ritmo de fuga e ação, com tomada de decisões rápidas e piadas logo de inicio. Os minutos iniciais lembram um pouco da segunda temporada de Rebels, inclusive a estética de cenário no espaço porto de Corellia. 

Pelo ritmo ser frenético, cenas que deveriam ter um pouco mais de tempo em tela, devido a carga dramática, não tem! sendo assim,  não passam o drama que deveriam, até mesmo algumas nuances passam um pouco despercebidas se o espectador não for atento.

Qi'ra (Emilia Clarke) e Han Solo (Alden Ehrenreich) [Via: Entertainment]
Han Solo: uma história star wars, não trás nada de tão extraordinariamente novo para a franquia, nem muita ousadia por parte do enredo, contudo a fotografia, figurino e efeitos especiais não deixam a desejar; me diverti bastante com esse filme, gostei dos novos personagens e amei ver os antigos com uma lente um pouco diferente.  Em contra partida, teve algumas piadas que não gostei muito, e teve momentos que senti que o filme ficou um pouco cansativo.

Quer conhecer mais sobre a história do contrabandista mais conhecido da galáxia? sobre  o percurso de Kessel, como Han conheceu Chewie e muita referência? então assista à esse filme. Todavia, se você é do tipo que só gosta dos filmes originais, e considera apenas os filmes e não se importa com o universo expandido, então esse filme não é para você.

Se você assim como eu, gostou de Beckett, prepare-se para o lançamento de uma Hq volume único  pela Marvel, que será  escrita por Gerry Duggan, contará as rixas de Enfys Nest contra o personagem e um pouco sobre sua origem.

18 de mai. de 2018

Oblivion

   

No ano de 2077, Jack Harper (Tom Cruise) trabalha como reparador de segurança em uma Terra deixada vazia e devastada após uma guerra com alienígenas. Jack tem duas semanas antes de sua missão terminar e ele se junta a seus companheiros sobreviventes em uma colônia distante.

Uma invasão alienígena, que ocorreu a dezenas de anos atrás destruíra a Lua, o que desencadeou uma devastação em boa parte do planeta, e resultou na morte de centenas de pessoas, os humanos remanescentes ganharam a guerra, mas perderam o planeta.

O conceito de realidade  desmorona após uma série de coisas inexplicáveis que perturbam a mente de Jack, como sonhos com  uma Nova York de 70 anos atrás, são memórias talvez? coisa que não deveria ocorrer, já que sua memória foi apagada para realizar sua missão. Somado a isso, temos  "aliens" destruindo as sondas de patrulha e comportamentos estranhos do próprio protagonista.

Aquela velha história de que o planeta está contaminado, desolado e precisa ser deixado, ou que o protagonista não tem memórias, além as da missão, é um dos pontos  que remeterá a  diferentes obras de FC, visto que Oblivion tem elementos que estão muito vigentes nos longas, e que também já foram bem explorados no livros de ficção científica, então algumas partes da trama fica fácil de deduzir, e o que não falta são referencias à cultura pop.




O longa é detentor de lindas imagens do planeta em ruínas, contrastes muito lindos entre floresta, deserto e gelo. Não tem o que reclamar da fotografia, com um cenário futurista pós invasão alienígena e avançada tecnologia, algumas não são muito estranhas e distante, outras totalmente insanas. Assim também como a trilha sonora, que é totalmente imersiva, maravilhosa, ligando o espectador com os personagens e a história.

Apesar do longa ter alguns problemas com o enredo, como a representação feminina e negra, e um triangulo amoroso clichê, etc. O filme vale a pena ser assistido e discutir com os amigos as partes incríveis e com alguns plot twists um tanto dedutíveis, já outros nem tanto.

É tão difícil  falar de Oblivion sem dar Spoilers enormes e estragar sua experiência,
por isso uma resenha um tanto vaga, então caso esteja interessado(a) assista ao trailer abaixo, já está disponível na Netflix.

Estreia: 12 de abril, 2013 (Brasil)
Direção: Joseph Kosinski
Box office: 286.2 milhões de dolares
Trilha sonora: M83, Joseph Trapanese, Anthony Gonzales

Classificação no Rotten Tomatoes
 

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