No ano 2028, a Terra está sofrendo com uma crise energética global. As agências espaciais coletivas do mundo se preparam para lançar a Estação Cloverfield para testar o acelerador de partículas Shepard, o que proporcionaria à Terra uma fonte inesgotável de energia caso funcione, porém os especialistas temem que ele crie o "Paradoxo Cloverfield", abrindo portais para outras dimensões e permitindo que horrores coloquem em xeque a vida na Terra.
Em órbita, a equipe da estação não conseguiu sucesso com Shepard por cerca de dois anos, mas, eventualmente, conseguiu um feixe aparentemente estável, mas que sobrecarga e cria um aumento de energia na estação. Depois de restaurarem a força básica, eles notam que a Terra desapareceu de suas vistas, junto com um giroscópio que auxilia na navegação.
Um filme que tenta misturar forçosamente a fantasia com ficção científica, até daria certo, se tive alguma lógica nas premissas do filme, que em um dado momento mistura algo de "terror com impressionismo" em seus acontecimentos.
Há alguns furos e incoerências gritantes no roteiro, do tipo: A/B, sendo números reais quaisquer e ímpares, então A²/B² dará uma raiz quadrática. Ademais em diversos momentos autoexplicativos, são explicados novamente, tornando algumas falas desnecessárias, e em certos momentos maçantes, também temos o fator dos efeitos colaterais do Shepard não ter um limite, simplesmente vai acontecendo calamidades e eventos bizarros, que se misturam em tudo e atropelam o que tem pela frente.
Os personagens são rasos, em muitos momentos alguns são tolos de mais para serem cientistas, como o que é óbvio para o espectador, e inclusive já foi explicado no enredo, não é nítido para para o físico Schmidt (Daniel Brühl), só depois de diversos acontecimentos é que uma lâmpada se acende, e de novo mais momentos sendo explicados para o espectador.
Em contra partida, a fotografia está bonita, principalmente a Sherpard e a estação Cloverfield, em que se passa a maior parte do filme, e claro, algumas cenas no espaço, que são lindas, bem trabalhadas.
A personagem principal é uma mulher negra, que é bem explorada, contudo o final da Ava Hamilton (Gugu Mbatha-Raw) que é entregue foi um pouco vazio.
Pontos negativos: Roteiro incoerente, e momentos de explicação repetitivos, apenas três personagens femininas, e das três, duas entram em conflito no filme.
Pontos positivos: Cientista brasileiro, cenas no espaço, boa fotografia e efeitos especiais, personagem principal feminina.
| Direção | Julius Onah | |||||||
| Produção | J. J. Abrams Lindsey Weber |
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| Roteiro | Oren Uziel | |||||||
| História | Oren Uziel Doug Jung |











