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2 de jul. de 2026

Voltando do vale das sombras...

 Mais um post para falar o quanto estou morrendo de saudades de escrever e publicar algo aqui! Fiquei dois meses sem postar e parece uma eternidade, principalmente pelo fato de estar postando com bem mais constância por aqui...Há tantas coisas que estou vivendo e passando ao mesmo tempo, queria conseguir escrever mais tanto no diário (esse ano não estou escrevendo com tanta regularidade), quanto aqui e voltar a fazer a resenha e falar das minhas leituras. Estou passando por tanto caos, fins e recomeços, tantas coisas estão saindo na minha vida, e outras que necessito finalizar...é tanto para lidar o tempo todo. 

Nesse meio tempo tenho lido bem lentamente, tenho me isolado de algumas maneiras para poder sentir, digerir minhas emoções e entender o fluxo do mar de vida que vivemos, tanto no sentido público quanto privado de viver. Às vezes sinto tanto que não sei explicar exatamente os estopins para tal, ou não saberei como conduzir uma linha de raciocínio que para as pessoas seja coerente...porém, estou aqui escrevendo, mesmo um tanto a contra gosto. 

Passei longos minutos olhando a tela em branco da seção de postagem, pensei nas inúmeras postagens que estou preparando, mas nada parecia se encaixar, busquei apenas escrever devaneios tolos nesse post para desabafar. Não quero perder o costume de postar e escrever sobre as angustias da vida, mesmo que de todo as coisas não sejam tão perfeitas quanto eu busco fazê-las, ou como roteirizei em minha mente...Também, escrevo para atualizar os leitores, os quais nunca irei conhecer seus rostos, os quais talvez não me acompanhem tanto, e outros tantos que podem passar só por conta de alguma pesquisa no google e nunca mais voltar...

Caravaggio - Still Life with Fruit (circa 1603)


De todo modo, escrevo para dizer que estava no vale das sombras, que estava terrivelmente deprimida e engolida pela minha rotina exaustiva de CLT que estou me formando na universidade dos meus sonhos... Porém, estou em um emprego que não me cabe de forma alguma, o ambiente, as pessoas e suas vidinhas, e tudo em volta, não me apetecem...Me dói toda vez que não posso ser eu mesma. Basicamente, estou em um emprego para pagar as contas apenas, não um emprego que realmente tenha sido escolhido por mim, que eu tenha me preparado para exercer e algo que realmente me "complete". Eu sei que vivemos em um sistema capitalista e que precisamos trabalhar de qualquer forma e desconstruir essa ideia de completude e todos os por menores envolvidos nessa construção social sobre o trabalho e o quanto ele está atrelado a conquista e "felicidades" modernas....Enfim, quero chegar no ponto de sim, quero trabalhar novamente na minha área, pois sei que nela sou feliz e que trabalho com prazer.

28 de fev. de 2026

Meu aniversário | Os 30 anos nunca esteve tão perto

 

Precisei de um tempo para digerir essa ideia. Essa ideia de que estou viva e de que posso celebrar quem eu sou e quero ser.. Talvez esse tenha sido um aniversário bem solitário ao mesmo tempo não tão solitário...No dia 12 de fevereiro, passei trabalhando, e no fim de semana, sábado, que foi minha folga, pude sair para comemorar. É tão bizarro o quanto o sistema nos prende ao trabalho e ao modo de produção capitalista: sem descanso, sem identidade, solitários e sem possibilidade de comemorar a própria existência ou de poder descansar com qualidade de vida. Ora, passei minha folga com alguns amigos, fomos em um Rage room na zona leste de São Paulo, quebramos várias coisas desde garrafas de cerveja até uma TV de algumas boas polegadas, e ao finalzinho da tarde, após passarmos uma hora por lá, fomos em um karaokê coreano na zona norte. 

Demorei para terminar de escrever esse pequeno post e demorei para postar, acho que dessa vez eu estou passando por tantas transições que não consegui processar todas, e ainda reflito em outras mais...

O que me incomoda até o momento são as horas passando tão depressa, tão intimidadora que muita vezes vemos o tempo como inimigo, mas ele é indiferente, nosso real inimigo é outro. Completei 29 anos com a sensação de ter vivido várias vidas, vários encontros e desencontros, apegos e desapegos...Tanta coisa mudou, tantos livros que eu li e ainda preciso ler, o tanto que precisei me reinventar e outras tantas vezes que precisei retornar ao ponto de partida, porém de uma forma muito diferente da anterior. Esse ano é de vários encerramentos de ciclos e começo de novos para mim, e estou precisando lidar com tanta coisa em tão pouco tempo... 

Queria escrever muito, queria apenas jogar as palavras no papel sem que elas precisassem fazer algum sentido externo, não sei por onde começar e por onde terminar. Sou muitas versões de mim mesma, ainda quero ser outras mais quantas eu sentir vontade de ser e às vezes não preciso justificar para o mundo minha existência...acredito que preciso lembrar disso, sempre!

Enfim, fevereiro é meu mês, sou aquariana com ascendente em aquário, algo que pode ser apenas um detalhe para as pessoas, no entanto, para mim é algo extraordinário. Dessa forma, quero viver da melhor forma possível!!! Tenho tanto para conhecer, para fazer, ler....Finalmente, a felicidade de estar viva cresce, mesmo que aos poucos, em mim.


31 de jan. de 2026

Série: Izombie | Para mim: pura nostalgia


No momento que estou fazendo essa postagem (06/01) ainda estou de recesso, depois de um tempo mega puxado e cansativo, finalmente um descanso merecido! Enquanto eu estava procurando alguns blogs para acompanhar também, me deparei com uma série que amava assistir e só falei dela uma vez aqui no blog por conta dos quadrinhos, Izombie. Fiquei tão nostálgica só de ler uma resenha em um blog aleatório, que precisei fazer a loucura de largar tudo e reassistir alguns episódios e ver se envelheceu bem, além de tentar encontrar aquele quentinho no coração que minha versão adolescente solitária sentia ao assistir uma jovem zombie vivendo mil aventuras.

Izombie é uma série de 2015 que narra a trajetória de uma estudante estadunidense de medicina, que se transforma em uma zumbi e arruma um emprego como legista, para ter acesso aos cérebros que precisa comer para manter sua humanidade. Não bastava ser uma zumbi, após devorar o órgão, ela ganha acesso às memórias do falecido e absorve parte da personalidade por um tempo. Seus criadores são: Rob Thomas, Diane Ruggiero. Porém, como eu mencionei anteriormente o programa é baseado em uma série de quadrinhos criada pelo roteirista Chris Roberson e pelo artista Michael Allred, publicada pelo selo Vertigo da DC Comics desde 2010.

Minha opinião vai estar muito enviesada, certamente, por conta dessa nostalgia contagiante da minha versão adolescente e que amava as séries antigas que a Netflix tinha disponível em seu catálogo. Eu adorei ter reassistido parte da primeira temporada. Assisti alguns episódios, claro, não terei tempo para assistir absolutamente tudo, afinal são 5 temporadas com 45/50minutos cada episódios e no presente momento estou lidando com um emprego novo e a finalização da minha graduação. É uma série instigante, com um texto interessante, uma proposta muito boa e com atuações incríveis, principalmente da Rose Mclver, a atriz que interpreta a protagonista, Olivia. Em vários momentos atriz consegue mimetizar a atuação do outro ator, ou seja a personalidade do falecido, o que pode render momentos cómicos, desesperadores ou divertidos por si só. Tem vários momentos engraçados, sentimentais e extremamente reflexivos que a protagonista narra ao longo do episódio, de modo geral, a primeira temporada é incrível e me agradou muito! Talvez eu continue assistindo de pouquinho aos pouquinhos ao longo do ano, vamos ver se consigo terminar até o final do ano.


15 de out. de 2025

Mancha de café no chão [ Minha primeira crônica]

Revirando os rascunhos do blog achei um texto que escrevi e publiquei em um jornal em 2022! Tive essa coragem por conta de um amigo meu da faculdade, e vimos que seria muito bom para por no lattes. Eu sempre faço rascunho aqui no blog, sempre estou escrevendo, e esse é direto da capsula do tempo.

2022 foi meu segundo ano na faculdade, entre na USP no ano anterior, olhando para trás, acredito que a Jessy do passado parecia muito mais feliz e empolgada com a graduação do que atualmente. Cansaço e dúvidas é o que estão me definindo no momento presente, fora que esse ano foi bem caótico, retornar com os posts frequentes aqui no blog é o que tem me ajudado a manter a sanidade! 

Enfim, o texto que apresento por aqui é uma crônica que escrevi para o jornal tribuna, mas por algum motivo não estou conseguindo mais acessar o link. Dito isso, achei que seria extremamente proveitoso compartilhar por aqui, afinal esse blog é extremamente precioso para mim!



31 de mai. de 2025

CROWLEY – O MAGO DO NOVO AEON | Minha experiência mágica

No começo do mês de maio, mais especificamente em um sábado da primeira semana, eu assistir essa peça junto com o meu marido. Foi algo espetacular e que nos trouxe muitas reflexões e conversas boas após nossa ida ao teatro e finalmente, depois de digerir essa peça, as sensações e momentos vividos na magia do teatro...trago para você, caro leitor(a)(e) minha experiência.

O espetáculo mergulha na vida de Aleister Crowley, figura emblemática do ocultismo no século XX, explorando desde sua infância marcada por repressão religiosa até sua autoproclamação como "A Besta 666" e profeta da Era de Hórus. Com roteiro e direção de Claudiney Prieto e atuação de Alexandre Jabali, a peça oferece uma experiência imersiva, abordando temas como magia, liberdade pessoal e as complexidades da moralidade humana.

15 de mar. de 2025

Não gosto de pessoas vazias!!

Não gosto de pessoas vazias. Não gosto de pessoas que não possuem várias paixões, aquelas que não são interessantes e só tem um única coisa que as definem. Não gosto delas, e não gosto de ser assim também, por isso busco várias definições, maneiras de ser e viver e coisas para fazer. 

Não quero ser linear, muito menos um personagem sem desenvolvimento na série tragicômica da vida. Onde se esconde as pessoas interessantes? Talvez só com um olhar atento podemos observá-las pelo trânsito da vida e ao longo das horas em nosso cotidiano....


Hoje, compartilho pensamentos tirados do meu diário, momentos intimistas para a internet. Enquanto terminava de ler "Não pise no meu vazio", esse livro pode não ser um dos melhores, mas foi uma leitura muito gostosa para mim, me trouxe diversas reflexões até sobre meus hábitos de escrita. Parei para observar que tudo têm ficado "vazio". Claro, esse vazio é bem diferente do sentido do livro, aqui trago meu próprio sentido e definição. 

Enfim, ando observando pelas redes a moda do "clean girl", além de todos os problemas envolvidos nessa estética, o que me deixa ainda mais embasbacada com essa gente é ver que elas estão dispostas até mesmo higienizar suas personalidades, seja apagando tatuagens antigas, seja em uma estética minimalista, ou tentando alcançar rotinas irreais e objetivos que nem faz sentido para a vida individual delas. 

Como sou da geração do final da década de 1990, que viveu em uma vila pequena e afastada do centro, onde todo mundo conhecia todo mundo, tive que lutar muito e aguentar muito mais do que um olhar torto por ser alternativa, e não vai ser agora que vou abrir mão de tudo isso!

São muitas histórias, cargas emocionais e muito DIY feito. Lembro de vários post pela blogosfera sobre como customizar roupas, fazer acessórios, makes góticas e afins...O artesanato sempre me acompanhou durante todos esses anos, para poder criar meu estilo. 

Vejo que, atualmente, tudo está ficando cada vez mais cinza, limpo, sem personalidade, sem cor, sem vida e sem histórias. As pessoas estão ficando vazias. Vazias de personalidade, consequentemente de sentido e proposito. Aliás, depois se sentem cada vez mais infeliz e pressionadas socialmente, pois vivem apenas para seguir uma trend, algo efêmero e que não encaixa nas individualidade. Qual o papel social de uma estética? Tudo contém ideologias e possuem discursos.  

Higienizam suas personalidades e abstraem suas ambições e depois não sabem o porquê de estarem vazias. Sou tão intensa quanto o romantismo, tão fatalista quanto Álvares de Azevedo, tão introspectiva quanto Clarice Lispector. Sou uma mistura de todas minhas vivências, todos meus livros, e todo meu universo que construo e reconstruo. Tenho necessidade de vida, de música, de composição estética, tenho necessidade de absorver cada página que a vida escreve.

9 de fev. de 2025

Resumo do mês de Janeiro | Pequenos registros do cotidiano

O cotidiano se torna extraordinário. A vida vai passando e nem vemos se deixarmos os detalhes para trás. A vida é dinâmica, tudo acontece e não acontece, as coisas fluem outras estagiam, outras são esquecidas e uma enxurrada de acontecimentos simplesmente se passam como um rio violento em dia de tempestade intensa. Às vezes me preocupo em maior ou menor grau com essa passagem, dependendo do contexto e momento que estou vivendo. 


Janeiro sempre nos dá a impressão de um mês longo, porém, para mim passou rápido, queria ter vivido ainda mais coisas em um único mês. Muita coisa aconteceu, muitos lugares, pessoas, livros, sensações, sonhos e experimentos, além de detalhes pequenos, que não são importantes para ninguém, exceto à mim. 

Nesse post relembro momentos do cotidiano que foram preciosos para mim, e você leitor, que tal relembrar seus pequenos momentos do cotidiano também, quer compartilhar alguma experiência aqui nos comentários? Vou adorar ler!

Eu disse uma frase à um primo beeemm mais novo do que eu, que me impactou imediatamente: 

" Sempre leia um livro, eles são os melhores companheiros, podem nos abraçar, nos aconselhar, e nos tornar fortes" 

Claro, muito provavelmente não foi recebido com tanto impacto por ele, quanto eu mesma fiquei refletindo nessas palavras. É tão interessante o quanto nós refletimos em nossas palavras, quanto elas podem ser mais ou menos poéticas, profundas, e colocam as células cinzentas para agirem.

28 de dez. de 2024

Saindo do hiato...

 

Faz tanto tempo que não venho aqui escrever um post!!! Tanta coisa mudou em mim e na minha vida que, caso eu escrevesse aqui no blog, daria várias páginas e posts para contar. Desde que eu entrei na faculdade tenho vivido dois anos em um, mas nesse ano de 2024 as coisas acontecerem de forma que eu não esperava, e muitas de um jeito negativo mesmo. Nunca passou pela minha cabeça deixar de vez o blog, gostaria de frisar isso para algum leitor saudoso e para mim mesma, esse espaço me acompanha desde minha adolescência, me salvou em tantos momentos!! 

Ora, as obrigações da vida adulta acabaram me sufocando, acontecimentos, graduação, saúde mental e física... e muitas vezes, simplesmente desisti de fazer absolutamente qualquer coisa e fiquei "bestando" na internet, rolando o feed do instagram ou do youtube, enquanto estava jogada no sofá ou na cama. 

Várias vezes apenas cedi ao cansaço, rotina de trabalho e faculdade, casamento, obrigações cotidianas, preguiça, solidão e emoções sufocantes...Olhando para trás me sinto bem boba, pois vejo o quanto o blog e meu diário me faziam tão bem, e me ajudavam a regular as emoções. Bem como, se eu cortar o tempo gasto com as baboseiras da internet e me focar mais em escrever, ler mais, praticar mais yoga, qualquer outra coisa que eu realmente me ligue emocionalmente, estaria bem melhor! O que me consola é que 2025 pretendo colocar tudo isso que eu disse em prática!

Esse post é para tirar as poeiras digitais desse espaço, momento em que ascendo a luz, tiro os lenções dos móveis, varro o chão, e começo a organizar as estantes. É um momento de reeditar o blog, escrever, fazer post, e mergulhar novamente nesse mundo que desde muito nova já estava fortemente ligada!

Quero ter regularidade aqui no blog, ao menos um post por semana, mesmo que ninguém (ou quase ninguém) leia, eu estarei aqui escrevendo para mim mesma e para quem quiser ainda visitar esse ponto pálido azul perdido no espaço da internet.... Mesmo que esteja em um espaço longínquo do cotidiano dos leitores, ainda estarei aqui! Enfim, estou viva e me sinto ainda mais viva com ideia de escrever aqui no blog! 



3 de jul. de 2022

Um pouco do meu saudosismo a blogs literários


Nesse momento, o qual escrevo esse post, é umas 20:48 de um sábado de julho, o primeiro sábado do mês. Minha mente está fervilhando ideias de posts para escrever e resenhas que estão na "fila" para serem escritas e devidamente publicadas. Enquanto minha mente ansiosa explode com tudo isso e um pouco mais a serem colocadas no 'papel' digital, penso no outro lado da escrita. Aqui não vou abordar teoria da escrita ficcional ou algo do gênero, mas sim, sobre a arte de escrever em blogs e como isso mudou desde os anos 2008 do meu ponto de vista! (algo um pouco mais saudosista).
 
Apesar desse espaço não exigir o rigor acadêmico, normas da ABNT ou o rigor jornalístico, sempre procuro trazer a melhor escrita que no momento sou capaz de oferecer ao leitor: A clareza dos meus pensamentos, argumentação lógica, a riqueza textual que pode ser exposta e uma série de outros fatores que me esforço a alcançar. Ao longo dos post's de um blog o leitor pode observar a evolução da escrita de um blogger, ver o rigor que ele quer transmitir as informações ou até mesmo propagar falácias. Mas o ponto que quero abordar com você, caro leitor, é outro: Os blogs tiveram um "BUM" no início dos anos 2000 e agora perder espaço para outras mídias sociais mais "divertidas" e que exigem menos do internauta. 

Embora eu seja critica com o que fazemos e consumimos na interface digital, obviamente adoro o espaço dos blogs, ora, muito já se foi feito social e politicamente nesses espaços, variados temas e pessoas se destacaram em seus meios. Estou nesse espaço desde os meus 13 anos, quando fiz meu primeiro blog, no qual entrei em contato com programação pela primeira vez, e não falava de livros ou assuntos nerds, mas treinava minha escrita e escrevia algumas fanfics (das quais não mencionarei). 

Ademais, cresci no meio digital escrevendo, decerto expondo minha opinião, expondo quem eu era ou o que eu achava quem eu era, o que lia ou gostava de escutar, ou seja, sempre fiz esse espaço de refugio. Bem, quando se é criador de conteúdo, também se é consumidor de algum(s) nicho(s), e vi vários blogs incríveis em ascensão, bem como a queda de alguns ou a migração para o youtube. Hoje, noto, e talvez você que ainda me lê, as transformações sociais nos meios digitais e quão afastados dos blogs o grande público está, o quão difícil, também, de achar pessoas que mantêm fielmente sua produção de conteúdos escritos. Nos dias atuais, nos quais as pessoas em geral não têm paciência para verem vídeos de mais de 30 segundos ou ouvirem músicas de cinco minutos, os textos como estes são deixados de lado, afinal por quê alguém vai se interessar pela escrita de uma beletrista desconhecida em um blog pouco visitado?

Esse post, portanto, é sobre um pouco de saudosismo da blogosfera, pois cresci nesse meio e vi sua mudança lenta, porém continua. Como muito do que eu consumia foi sumindo aos poucos e hoje pouquíssimos blogs continuam a produzir conteúdos de qualidade e consistentes, continuo acompanho alguns blogs que estão "vivos", no meu caso certamente blogs literários. Desse modo, bem prolixa, vejo a efemeridade no meio digital, algo que parece eterno, que nunca será apagado, mas em algum momento as palavras escritas nesses espaços não passaram de dados em um servidor velho e empoeirado esquecido pelos homens e pelas máquinas.



Leia esse post!

RECEBIDOS DE NOVEMBRO| livraria UNESP

 Cada livro que escolho sempre é bem pensado, sempre são livros que estou com muita vontade de ler, certamente são aqueles que sei o quanto ...