31 de jan. de 2026

Série: Izombie | Para mim: pura nostalgia


No momento que estou fazendo essa postagem (06/01) ainda estou de recesso, depois de um tempo mega puxado e cansativo, finalmente um descanso merecido! Enquanto eu estava procurando alguns blogs para acompanhar também, me deparei com uma série que amava assistir e só falei dela uma vez aqui no blog por conta dos quadrinhos, Izombie. Fiquei tão nostálgica só de ler uma resenha em um blog aleatório, que precisei fazer a loucura de largar tudo e reassistir alguns episódios e ver se envelheceu bem, além de tentar encontrar aquele quentinho no coração que minha versão adolescente solitária sentia ao assistir uma jovem zombie vivendo mil aventuras.

Izombie é uma série de 2015 que narra a trajetória de uma estudante estadunidense de medicina, que se transforma em uma zumbi e arruma um emprego como legista, para ter acesso aos cérebros que precisa comer para manter sua humanidade. Não bastava ser uma zumbi, após devorar o órgão, ela ganha acesso às memórias do falecido e absorve parte da personalidade por um tempo. Seus criadores são: Rob Thomas, Diane Ruggiero. Porém, como eu mencionei anteriormente o programa é baseado em uma série de quadrinhos criada pelo roteirista Chris Roberson e pelo artista Michael Allred, publicada pelo selo Vertigo da DC Comics desde 2010.

Minha opinião vai estar muito enviesada, certamente, por conta dessa nostalgia contagiante da minha versão adolescente e que amava as séries antigas que a Netflix tinha disponível em seu catálogo. Eu adorei ter reassistido parte da primeira temporada. Assisti alguns episódios, claro, não terei tempo para assistir absolutamente tudo, afinal são 5 temporadas com 45/50minutos cada episódios e no presente momento estou lidando com um emprego novo e a finalização da minha graduação. É uma série instigante, com um texto interessante, uma proposta muito boa e com atuações incríveis, principalmente da Rose Mclver, a atriz que interpreta a protagonista, Olivia. Em vários momentos atriz consegue mimetizar a atuação do outro ator, ou seja a personalidade do falecido, o que pode render momentos cómicos, desesperadores ou divertidos por si só. Tem vários momentos engraçados, sentimentais e extremamente reflexivos que a protagonista narra ao longo do episódio, de modo geral, a primeira temporada é incrível e me agradou muito! Talvez eu continue assistindo de pouquinho aos pouquinhos ao longo do ano, vamos ver se consigo terminar até o final do ano.


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